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08 set 2016

A Paciência Ativa e o Tempo

“Ao dizer paciência inteligente, referimo-nos à paciência ativa. Não à que induz a esperar passivamente, mas à que, além de infundir serenidade, torna o homem compreensivo, permitindo-lhe pensar com utilidade e proveito, como também estar atento a suas necessidades e deveres durante todo o tempo, curto ou longo, que compreende a espera.” – Da Sabedoria Logosófica

Por se tratar de um conceito novo, cabe explicar que, ao se referir à paciência ativa assim compreendida, esta vem a se constituir numa virtude intimamente ligada à outro novo conceito que é o de tempo.

Na atualidade, a vida das pessoas se torna cada vez mais condicionada à indisponibilidade de tempo. Tem-se a impressão de que os dias, os meses e até os anos passam mais rapidamente, o que se comprova pela frequência com que ouvimos os outros dizerem: “Esta semana passou depressa” ou então “Este ano está voando”. No entanto, sabemos que todos os dias têm 24 horas e os anos 365 dias. Isto nos leva a concluir que, além do tempo cronológico, medido em horas, existe um tempo mental, que varia de pessoa para pessoa em função da velocidade com que cada um se move mentalmente, à semelhança do processador de um computador!

Voltando agora à paciência ativa, conclui-se que esta resulta do bom aproveitamento individual do tempo mental que se processa dentro do tempo cronológico, com o domínio progressivo da nossa capacidade de pensar, como ensina a Logosofia:

“Por sua importância, há de saber-se que o tempo pressiona quando é desperdiçado, e que se desperdiça tempo, quando não se pensa. Conclui-se daí, que o aproveitamento do tempo caminha paralelamente com a função de pensar.” – Da Sabedoria Logosófica

 


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